terça-feira, 18 de agosto de 2009

Offset Pequenas e Notáveis

Nesta postagem vou apresentar alguns modelos de impressoras Offset de um quarto de folha disponíveis no mercado, com o objetivo de oferecer alternativas as setor, tanto para quem busca expandir sua atuação com a diversificação de serviços e clientes, quanto para quem busca qualidade de impressão em pequenas e grandes tiragens, sem abrir mão de produtividade e tecnologia.

MIRAGE
Entre os diversos modelos disponabilizados pela Apolo está a Mirage P247. Segundo a distribuidora, o modelo comporta mídias de até 470 X 365 mm, com espessuras que variam de 0,04 a 0,4 mm. A velocidade de impressão da P247 alcança 7 mil folhas por hora, em duas cores, e o equipamento possui como diferencial o numerador. Conforme informado pelo gerente técnico de impressão e acabamentos da Apolo, Fábio Soares, o setup da impressora é realizado em cerca de 30 minutos.
Soares apontou como principais características do modelo, que é equipado com três rolos entintadores, sistema de molha com dois rolos, engrenagens helicoidais e comandos por painel de membrana, a versatilidade e a economia.

HEILDELBERG
Para este segmento a fabricante alemã disponibiliza o modelo Speedmaster SM 52, que produz com velocidade de impressao que varia entre 13 e 15 mil folhas pr hora, em até dez cores, com mídias de medida máxima de 370 X 520 mm e espessuras que variam de 0,03 a 0,6 mm. Conforme informado pela Hildelberg, o tempo de setup de SM 52 varia entre dez e 15 minutos, de acordo com adificuldade do trabalho a ser executado.
O gerente de produto para soluções planas 30 X 50 Marcelo Zandomenico, apontou como algumas das principais características do equipamento o Sheetfed Control System, sistema de controles descentralizados para alimentador, unidades de impressão e saída; o Prinect Press Center, estação ergonômica de controle e operaçao e o Intellistart, software de acerto inteligente. O equipamento possui também alimentador por cinta única de sucção, detector de folhas duplas, cilindros de chapas cromados, sistema de registro e troca semi automática de chapas, tinteiros com lâminas segmentadas
à laser, dispositivo de resfriamento de solução de molha HydroStar e dispositovo desenrolador de folhas integrado à saída, entre outros.
Entre os opcionais apontados pelo gerente, destaque para a reversão automática, unidade de verniz, lavagem automática de blanquetas e contra-pressão, entrada e saída Non-Stop, integração Prinect CIP4 e controle especfotométrico Axis Control. " A máquina possui a maior flexibilidade de configuração, maior base instalada desse formato, maior tempo de mercado, maior valor de revenda e melhor relação custo/beneficio", diz Zandomenico.
A Heldelberg Também possui o modelo SM 52 com a tecnologia Anicolor, onde os rolos de tinta são substituidos por um tinteiro composto por apenas um rolo anilox, o que segundo a empresa, oferece maior velocidade de setup e minimização de desperdícios.
ROLAND
A Roland 50, que foi lançada na ultima edição da Drupa no ano passado, opera com mídias no formato 360 X 520 mm, com espessuras que varian entre 0,04 e 0,8 mm. A velocidade de impressão é de 13 mil folhas por hora, com o mínimo de duas e o máximo de seis cores.
Segundo o fabricante, o equipament incorpora a tecnologia das impressoras de maior formato da marca, com cilindros de impressão e sistema de tranferência de folhas (Tranferter) de tamanho duplo. Ainda conforme informado pelo fabricante, essa medidas maiores influenciam positivamente na produtividade, principalmente quando se trabalha com mídias mais espessas. A Roland é representada no Brasil pela Man Ferrostaal. www.manferrostaal.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Tabelas de Corte de Papel

Nas Tabelas abaixo, selecione o tamanho do papel a ser utilizado e veja todas as opções de corte para que você possa ter um melhor aproveitamento do papel.

Indispensável para designer gráfico na hora de escolher o formato da peça a ser criada, se possível tente adequar na tabela da folha 66x96 por ser o papel mais utilizado em gráficas, consequentemente obterá um melhor custo em sua produção.


66x96



72x102



76x112



89x117


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Tipos de papel e aplicações

O papel e suas principais características.
O papel é o componente principal no sistema de impressão. É o suporte para nossas idéias, tanto em impressos editoriais, promocionais ou comerciais. Antes de vermos os tipos de papéis mais comuns, vejamos abaixo suas principais características:

Peso (gramatura)
Os papéis são identificados pela sua gramatura, variando normalmente de 50 a 350 gramas definindo o peso e volume final do impresso. A gramatura é fator preponderante na composição de custos do impresso, tanto na impressão, quanto na distribuição, principalmente quando via correio.

Formato
Um formato bem definido proporciona melhor aproveitamento do papel, evitando desperdício. Isto vale tanto para custos, como consciência ecológica. Porque desperdiçar sem necessidade. Antes de iniciar o projeto do seu impresso, consulte a Tabelas de Formatos de Papéis ou, se preferir, a Tabela de Aproveitamento mais comuns para livros e revistas, neste manual.

Cor
A cor do papel, seu grau de alvura e opacidade, determinam sua aplicação. Como as tintas off-set contém transparência, a cor pode sofrer alteração de acordo com o papel utilizado. Recomenda-se papéis com bom grau de alvura para reprodução de policromias. Papéis levemente amarelados e com alto grau de opacidade são indicados para livros (leitura), evitando o cansaço visual e a transparência de textos e figuras de uma página com relação ao verso desta.

Textura
Podemos considerar como textura, tanto o aspecto da superfície do papel (lisos, texturados, telados, calandrados, etc.), quanto ao seu grau de rigidez. Cada tipo de impresso, pode necessitar de uma textura diferente. A sua criatividade determinará o melhor tipo de papel.

Abaixo alguns tipos de papéis e suas aplicações

OFF-SET: Papel com bastante cola, superfície uniforme livre de felpas e penugem e preparado para resistir o melhor possível a ação da umidade, o que é de extrema importância em todos os papéis para a impressão pelo sistema offset e litográfico em geral. Sua aplicação é na impressão para miolo, livros infantis, infanto-juvenis, médicos, revistas em geral, folhetos e todo serviço de policromia.

OFFSET TELADO: Suas características são textura e gofrado. Sua aplicação é em calendários, displays, convites, cartões de festas e peças publicitárias.

POLEN RÚSTIC: Papel com um toque rústico e artesanal. OFF-SET/Policromia. É usado em papel para miolo, guarda livros e livros de arte.

POLEN BOLD: Papel com opacidade e espessura elevada. OFF-SET/Policromia. É usado em livros quando necessário papeis mais espessos, sem aumento do peso do livro.

POLEN SOFT: Papel com tonalidade natural, ideal para uma leitura mais prolongada e agradável. Suas aplicações são em livros instrumentais, ensaios e obras gerais.

ALTA PRINT: Papel offset “top” de categoria, com alta lisura, brancura e opacidade. Produzindo através do processo “soft calender on-machine”, oferece a melhor qualidade de impressão e definições de imagens.

PÓLEN BOLD: É um offset de tonalidade diferenciada, excelente opacidade e maior espessura. Sua tonalidade reflete menos a luz, permitindo uma leitura mais agradável.

COUCHÊ: Papel com uma ou ambas as faces recobertas por uma fina camada de substâncias minerais, que lhe dão aspecto cerrado e brilhante, e muito próprio para a impressão de imagens a meio-tom, e em especial de retículas finas. Para a impressão de textos o papel gessado é muito lúdico e por isto incômodo à vista. Defeito que se tem procurado contornar com a criação das tonalidades mate. O termo francês “Couchê” (camada) é usadíssimo entre nós, onde chegou a assimilar-se em couchê. É necessário distinguir couchê de duas faces de alguns papéis simplesmente bem acetinados, que com eles se confundem; molhando-se e friccionando-se uma extremidade do papel, se for couchê, a camada de branco desfaz-se.

COUCHÊ L1: Papel com revestimento Couchê brilhante em um lado. Policromia. Suas aplicações são sobre capas, folhetos e encartes.

COUCHÊ L2: Papel com revestimento Couchê Brilhante nos dois lados.Policromia. Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos e encartes.

COUCHÊ MONOLÚCIDO: Papel com revestimento couchê brilhante em um lado. Mas liso no verso para evitar impermeabilidade no contato com a água ou umidade. Suas aplicações são em embalagens, papel fantasia, rótulos, out-doors, base para laminação e impressos em geral.

COUCHÊ MATTE: Papel com revestimento couchê fosco nos dois lados.Suas aplicações são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte.

COUCHÊ TEXTURA: Papel com revestimento couchê brilhante nos dois lados, gofrado, panamá e skin (casca de ovo). Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos, encartes, sobrecapas e folhetos.

COUCHÊ TEXTURA SKIN: Papel com revestimento couché texturado nas duas faces imitando casca de ovo.

COUCHÊ TEXTURA PANAMÁ: Papel com revestimento couché texturado nas duas faces imitando trama de uma tela de linho.

COUCHÊ COTE: Papel branco revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coated”, sendo o verso branco fosco.

DUPLEX COTE: Cartolina branca revestida com camada couchê de alto brilho “cast coated”, sendo verso branco fosco.

COLOR COTE: Papel revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coated” em cores pastéis e intensas: azul, verde, rosa, amarelo, chamoi vermelho, preto, prata e ouro, verso branco fosco.

PEARL COTE: Cartolina perolada.

DOBLECOTE: Papel branco, revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coated” em ambas as faces.

GOFRACOTE: Papel branco revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coat” grofado nos moldes: linho fino e casca de ovo, sendo o verso branco fosco.

LAMICOTE: Cartão laminado com poliester metalizado nas cores: prata, ouro e outras, sendo o verso branco fosco.

METALCOTE: Papel “Cast Cote” metalizado a vácuo nas cores: prata e ouro, sendo o verso branco fosco.

APLICAÇÕES DA LINHA COTE: Aplicações técnicas de acabamento em móveis, artigo de festas, auto adesivos, brinquedos, calendários, capas (de balanços, discos, livros, relatórios, revistas e talões de cheque), cardápios, cartazes, cartões em geral, catalógos, convites em geral, displays em geral, divisórias de agendas e relatórios, embalagens em geral, etiqueta (tanques), folhetos, folhinhas, literaturas médicas, papel de presente, pastas, posters, provas de impressos, reproduções de telas de pintura e revestimento para forração de embalagens de micro ondulados.

FILM COATING: Papel revestido e calandrado na máquina de papel, com excelente reprodução de cores e brilho, alta definição de imagens e superior qualidade de impressão. Esse papel é intermediário entre o papel offset e o couché.

TOP PRINT: Suas características são alvura, sedosidade, lisura, opacidade superior, fidelidade na reprodução de cromos, fotos e ilustrações, maior produtividade na impressão, menor carga de tinta utilizada para obter-se a mesma densidade de cor. Sua aplicação é em tablóides, malas diretas, jornais de imprensas, house organs, impressos promocionais, livros didáticos, revistas técnicas, folhetos e manuais.

OPALINE: Apresenta excelente rigidez (carteado), alvura, lisura, espessura uniforme. Sua aplicação é em cartões de visita, convites e diplomas.

VERGÊ: Suas características são marca d’água, aparência artesanal, formação de folhas homogêneas, resistência das cores à luz, controle colorimétrico e é adequado para impressão: offset, tipografia, relevo e etc. Suas aplicações são para papel de carta, envelopes, catálogos, capas, trabalhos publicitários, cartões de visita, formulários contínuos, mala-direta, para miolo e guarda de livros.

COLOR PLUS: Apresenta colorido na massa, boa lisura para impressão, sem dupla face, resistência das cores à luz, estabilidade dimensional, controle colorimétrico e continuidade das cores. Suas aplicações são em trabalhos publicitários, papel para carta, envelopes, convites, catálogos, blocos, capas, folhetos, cartões de visita, mala-direta, formulários contínuos.

SUPER BOND: Originalmente, era um papel feito todo com pasta, usado pelos norte-americanos na impressão de títulos da dívida pública (bonds); a denominação se estendeu depois aos papéis de carta com bastante cola, relativamente leves e constituídos de pasta de trapos, pasta química de melhor qualidade, ou mistura de ambos. Suas aplicações são em formulários contínuos, cadernos, blocos, envelopes, talonários e serviços gerais de escritório.

FLOR POST: Tem um de seus lados brilhante, que dá uma opção a mais para obter-se uma melhor qualidade de impressão. Suas aplicações são em vias de notas fiscais, pedidos, cópias de carta e documentos.

CARTOLINA: Cartolina e Papelão é um intermediário entre papel e o papelão. É fabricado diretamente na máquina, ou obtida pela colagem e prensagem de várias outras folhas. Conforme a grossura, diz-se cartolina ou papelão. Na prática diz-se cartão, se a folha pesar 180 gramas ou mais por metro quadrado; menos que isso, é papel. A distinção entre cartolina e papelão costuma-se fazer pela grossura; é papelão quando supera o meio milímetro. Os papelões são compostos de diversos tipos de pastas, segundo a sua finalidade e utilização. São de pasta mecânica, pasta de palha, pasta mecânica com química, para obter mais reistência; para o papelão gris a pasta é usada com papéis e restos de trapos, manilha e outros. Suas aplicações são em pastas, fichas, cartões e é de uso escolar.

CARTÃO GRAFIX: Cartão de massa única, ideais para policromia. É indicado para capas e permite plastificação.
CAPA TEXTO: Papel com aparência artesanal. É indicado para miolo e guarda de livros.

CARTÃO TRIPLEX: Cartão com duas camadas de celulose branca, miolo de celulose pré-branqueada e cobertura couchê em um dos lados. Suas aplicações são em capa de livros em geral, embalagens para produtos alimentícios, cosméticos, impressos publicitários, produtos que exijam envase automáticos e pastas.

CARTÃO DUPLEX: Cartão com três camadas, duas com celulose pré-branqueada e a terceira de celulose branca com cobertura couchê. Suas aplicações são em capa de livros em geral, cartuchos em geral (para produtos farmacêuticos, alimentícios, higiênicos), embalagens de disco, embalagens para eletro-eletrônicos, embalagens para brinquedos, vestuários, displays e elaminações em micro ondulado.

PAPEL JORNAL: Produto á base de pasta mecânica de alto rendimento, com opacidade e alvura adequadas. É fabricado em rolos para prensas rotativas, ou em folhas lisas para a impressão comum em prensas planas. A superfície pode, ainda, variar de ásperas, alisada e acetinada. Suas aplicações são em tiragens de jornais, folhetos, livros, revistas, material promocional, blocos e talões em geral.
PAPEL KRAFT: Papel muito resistente, em geral de cor pardo-escuro, e feito com pastas de madeira tratada pelo sulfato de sódio (Kraft = força). É usado para embrulho, sacos e sacolas.

MICRO ONDULADO: Cartão especial que, em lugar de constituir folha plana, forma pequenos canais salientes e reentrantes. É usado na embalagem de mercadorias quebradiças, ou trabalhos diferenciados.
PAPÉIS RECICLADOS/IMPORTADOS: Esses papéis são reciclados, constituindo de 50% papéis aparas (sobra de papel), sem impressão. O restante variam de 20-50% de papéis impressos reciclados pós-cosumido, variando de acordo com o efeito que se deseja obter. Além de alguns mais específicos que são reciclados em 100%, outros utilizam-se de anilinas em processo exclusivo de fabricação. Todos os papéis oferecem uma variedade muito grande de cores e textura, proporcionando ao usuário um resultado diferenciado dos papéis freqüentemente utilizado. É ideal para impressões finas em livros de arte, hot stamping, relevo seco, obras de arte, efeitos de porcelana, impressão em jato de tinta e impressão à laser.

PAPEL CANSON: Papel colorido utilizado em colagens, recorte e decorações.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Certificação Adobe Photoshop

Quer ser usuário certicado Adobe? Então apertem os sintos e vamos decolar nesse sonho digital...

Pra começar a decolar o usuário tem que conhecer profundamente as ferramentas do Photoshop, existem escolas no Brasil que são pela Adobe certificadas como instrutoras, exemplo a WOC em São Paulo (http://www.woc.com.br/), A WOC tem em seu quadro professores com certificação expert na suíte Adobe. Depois de atestar seus conhecimentos no programa precisa fazer a prova da certificação. A instituição chama-se: VUE (http://www.vue.com/adobe/).


Um certificado da adobe não é um diploma de conclusão de curso, ser um ACE significa que você provou A FUNDO conhecer o funcionamento e conceitos do Photoshop e mais que isso, mostra que você entende de perfis de cores, funcionamento dos filtros, ferramentas, aplicações para várias mídias e etc.

A Adobe (não eu) atesta que o ACE sabe tanto quanto quem desenvolveu o programa. O que significa conhecimento em torno de 400 janelas, 200 e poucos itens de menu, 100 e poucos filtros (com combinações), Artes gráficas, tratamento de imagem, video, web, imagem digital e etc. Então o ACE pode tranquilamente dizer como se faz algo ou não (que a Adobe assina embaixo).

A prova é um dos degraus mais altos que pode alcançar como reconhecimento do conhecimento que se pode ter da ferramenta. Nos EUA a certificação garante para consultoria e treinamento em torno de quase U$ 2,000.00 por curso e aqui apesar de não ser tanto. É um valor bem legal. E para que? Vender conhecimento na era da informação isso vale muito. Para as grandes empresas trabalhar corretamente é extremamente necessário e rentável.

Usuário Certificado (ACE) Tem um logo da Adobe que pode tranquilamente colocar em qualquer material. Desde o cartão de visita até um site ou em um folheto de palestras cursos ou seminários. a Certificação é um selo que atesta a qualidade do que se faz e da informção que se transmite e principalmente a veracidade e solidez do conhecimento de quem é certificado (e mais uma vez, não é o que eu acho, é assim). É uma questão de postura também. Eu pessoalmente acho melhor me apresentar como consultor da Adobe certificado do que o "rapaz que mexe no Photoshop". Só por essa razão, sei que portas melhores irão se abrir.

Agora o leitor curioso pensa sobre a dificuldade da prova, realmente vem a turbulência pois Adobe não da mole! e não encontramos material sobre a prova por web, cada um deve estudar e progredir por mérito próprio, deve-se estudar e muito para isso. Não adianta ficar fuçando no programa. Fuçar é igual a jogar US$ 150,00 (valor da prova) fora, não é por ai. Fuçar apenas funciona se a pessoa no máximo almeja a sub-qualificaçào no que se faz. Para as provas é preciso estudar e ser mestre no programa. Então quando ver um cara com uma certiicação dessa que é o meu caso rsrsrs. trema pois o cara é bom pra caramba!

Mas para não ser regulado vai uma Pergunta para dispertar a curiosidade:
"como se muda a matiz de uma foto sem mudar o tom?"
Não há google que responda isso!


Um Abraço a todos!

sábado, 2 de agosto de 2008

Fornecedores China

Segue abaixo site dos principais fornecedores de equipamentos gráficos Chinês no Brasil!!!

Alphaprint
www.alphaprint.com.br

Apolo Sistemas Gráficos
www.apolo.com.br

Big American
www.bigamerican.com.br

Furnax
www.furnax.com.br

Gutenberg
www.gutenberg.com.br

MAN Ferrostaal
www.manferrostaal.com

New Sino
www.newsino.com.br

T.Janér
www.tjaner.com.br


Os fornecedores listados acima são exclusivos de equipamentos gráficos, click no link abaixo para conhecer fornecedores de produtos diversos.
Aprenda a importar celulares, MP4, Informática, camera digital e etc, de forma fácil e segura.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

A Maior Gráfica de Bíblias do Mundo! onde? na china.


A China é oficialmente um país ateu. Pois é na China que será inaugurada a maior gráfica de Bíblias do mundo. Joint venture entre a cristãos chineses e a United Bible Societes, do Reino Unido, a indústria, chamada Amity Printing, já funciona na China com 600 funcionários (a maioria não-cristãos) e produz 800 mil Bíblias por mês. Cerca de 80% desses livros são distribuídos dentro do próprio país, mas a produção visa também mercados como EUA e Europa. Há versões em 90 línguas, do eslovaco ao suaíli, informa a agência alemã DPA.
Em maio, o grupo vai inaugurar na China uma gráfica ainda maior, capaz de imprimir 1 milhão de Bíblias por mês, e a expectativa é que a indústria seja responsável por 25% das Bíblias vendidas no mundo a partir de 2009. A unidade estará na mesma área em que já se encontram fábricas como a Ford e a Motorola.
Segundo a DPA, os funcionários da Amity Printing fazem questão de dizer que, embora não sejam religiosos, estão felizes com o trabalho. “Eu não acredito em Deus, mas prefiro trabalhar para patrões cristãos do que para patrões de Taiwan ou japoneses. Eles são pessoas bacanas conosco”, afirmou um deles. Outro declarou: “Trabalho aqui pelo salário, não por causa das minhas crenças. Eu imprimo Bíblias, mas não tenho tempo para lê-las, nem interesse”.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

A China que sacode o Mundo!!! Tudo sobre gráficas na China.

Gráficas de impressos comerciais e editoriais têm encontrado na China, um parceiro forte para a execução das etapas de pós-impressão manuais (encartes, costura manual e especialidades) a um custo bastante inferior e qualidade satisfatória, por exemplo. Uma, dentre tantas oportunidades relacionadas à indústria gráfica onde há sinergia global na produção de impressos.
Historicamente, a China com seu crescimento literalmente avassalador é ainda uma novata, recém-saída de um modelo econômico e governamental fechado, sustentado pelos pilares comunistas e imbuída de uma cultura “anti-ocidental”.Simultaneamente a China torna-se uma nação mais aberta, encontramos cenários de compra mais próximos ao estilo ocidental, com grandes cadeias de super e hipermercados, lojas de departamento e toda a comodidade do estilo de vida americano.
Seu crescimento demanda maiores quantidades de mídia, desde jornais, revistas, embalagens, rótulos e toda a sorte de impressos.Quando falamos em crescimento, talvez a maioria dos leitores não seja ainda capaz de quantificar a robustez deste processo. Nos últimos vinte anos, surgiram na China aproximadamente 150 mil indústrias gráficas relacionadas diretamente à impressão, empregando pouco mais de 3 milhões de pessoas. A cada ano, esse parque gráfico faturava pouco mais de 18 bilhões de dólares americanos, o equivalente a quase 2,5% do faturamento global da indústria gráfica (750 bilhões). Dizemos “faturava”, porque no ano de 2006, o incremento no faturamento superou a marca dos 47 bilhões de dólares.A importação de máquinas atingiu um patamar de quase 2 bilhões de dólares, ao passo que a exportação já supera os 500 milhões, perdendo apenas para as exportações de consumíveis, algo estimado em mais de 700 milhões ao ano e subindo.
A produção gráfica de todo o material impresso na China concentra-se basicamente na região dos deltas de Yangtse, Pearl e nas imediações de Beijing-Tianjin, os três maiores pólos de impressão do país. O delta de Yangtse responde por quase dois terços do volume total produzido. A China passa hoje, em praticamente todos os setores da sua economia, pela transformação ocidental “número um”: a saída de um regime industrial para uma economia da informação.A competitividade interna é bastante acirrada, haja visto que a disputa ferrenha pelo mercado interno concentra-se apenas nas regiões costeiras e nas grandes metrópoles chinesas. Em síntese, uma indústria que ascende rápida e racionalmente, mas que sofre as mesmas pressões internas pela disputa de espaço e dumping de preços do ocidente.Há, porém, um forte aliado da indústria gráfica na China, que citaríamos como uma das diferenças mais contundentes entre a política chinesa e a brasileira. O governo.

Através do “Plano de Desenvolvimento para
Impressão e Publicação” estipulado em até cinco anos, o governo prevê, junto ao
empresariado gráfico, metas ambiciosas como por exemplo, no ano de 2010, para
cada milhão de cidadãos chineses, devem existir 186 títulos de livros, um
consumo anual de 5,5 livros e 2,7 periódicos per capita.


Para corroborar com esta medida, outras resoluções ainda mais arrojadas como a isenção tarifária na importação de máquinas e equipamentos gráficos para uso interno e mesmo o abatimento das alíquotas de impostos nos trâmites de importação e compra fortalecem a unidade chinesa e trazem, a custos reduzidos, tecnologia de ponta do mundo inteiro para estudos, análise e cópia dos projetos (engenharia reversa, umas das especialidades chinesas).Esta estratégia por si deve garantir o crescimento médio anual da Indústria Gráfica chinesa em aproximadamente 8%, ingressando no ano de 2010 com um faturamento de até 440 bilhões de ienes, o equivalente a quase 60 bilhões de dólares.A fabricação de máquinas e equipamentos gráficos na China vive uma situação ambígua: a necessidade de aperfeiçoamento tecnológico para atender às exigências internacionais e até mesmo da fatia do mercado interno que compra valor agregado versus a necessidade de fortalecer a fabricação nacional destes bens. Para suprir estas necessidades, a indústria chinesa tem adotado um pacote de medidas estratégicas que abarcam desde o investimento pesado em pesquisa e desenvolvimento até o estabelecimento de joint-ventures com investidores estrangeiros, aquisição de empresas no exterior, detentoras de alta tecnologia e um tímido começo de planejamento de marketing que visa derrubar os paradigmas sobre a qualidade dúbia de produtos chineses no exterior.


Um indicador mister na avaliação do nível de crescimento na produção impressa de um país é, sem sombra de dúvida, o consumo de papel e cartão. A China é o segundo maior produtor e consumidor destes dois materiais no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Com uma produção total de mais de 50 mil toneladas ano, nos últimos dois anos, o crescimento médio anual na ordem de 15% é pouco maior do que os 13,5% de incremento no consumo destes mesmos materiais. Mesmo assim, se comparada à média dos países desenvolvidos, ainda há muito para crescer. O consumo de papel per capita na China é de 41 kg contra os quase 300 kg da Europa e EUA. O consumo de papel não é um fator isolado. É preciso acompanhar também o consumo de tintas de impressão. O crescimento médio de 13% para consumo e 11% para produção interna reflete uma falha crucial na indústria gráfica chinesa: quase 15% das tintas consumidas no país são oriundas de importações. Há bastante espaço para estudos aqui.


Qual o caminho a percorrer? O que pode ser feito para estreitar estes laços?A graça está na simplicidade da resposta: haja!As feiras nacionais e internacionais configuram como as melhores oportunidades de negócios neste âmbito. Pesquise nos sites especializados em fornecedores para o segmento gráfico na Ásia. Existem empresas e câmaras de comércio que também oferecem reuniões corporativas com o mesmo fim. Os aspectos culturais são muito importantes e merecem um estudo aprofundado a priori. Os chineses prezam pela conduta ética, honra e recomendações pessoais.Acreditamos que nos anos vindouros, a China deverá se estabelecer como a maior e mais bem preparada produtora de commodity do mundo, com um único detalhe digno de observação: todo mercado que a China empenhar-se em abrir tornar-se-á commodity, em caráter global.
O velho dito popular:
“Se não pode vencê-los, junte-se a eles”
Paulo Ferraz
Consultor em tecnologia gráfica